O estresse na sociedade contemporânea

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O estresse na sociedade contemporânea”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

curso de redação

Texto 1: Sociedade contemporânea: um convite ao estresse

Convivemos diariamente com inúmeros fatores estressantes. Se olharmos para fora podemos observar que o crescimento das cidades e a falta de planejamento adequado diminuem a qualidade de vida das pessoas, seja pelas longas distâncias, alto custo de vida, trânsito desordenado ou o acúmulo de lixo, péssimos atendimentos e assistência pessoal.

No ritmo intenso de trabalho, a alimentação também é afetada pela vida corrida e a situação ainda piora quando há preocupação com o futuro, aumento nos números de desemprego, medo do envelhecimento em más condições, pouco lazer e a falta de apoio familiar.

Essas condições originam a sensação de estresse e o consequente desencadeamento de doença, da simples azia à queda imunológica. Somam-se a isso os fatores internos, como excesso de cobrança, insegurança pessoal, falta de sentimento de apoio, expectativas elevadas na carreira e nos relacionamentos.

Fonte

Texto 2: Estresse, o maior gatilho para as síndromes da vida moderna

Impor limites, fazer exercícios e dormir bem são as dicas para evitar doenças

Lidar com as exigências de uma sociedade contemporânea com o imperativo da pressa e das incertezas, sem falar na quase obrigação de estar sempre conectado, ligado e produtivo, não é fácil. Não raro, esse pacote provoca um desequilíbrio do ritmo biológico, levando ao desenvolvimento de uma série de distúrbios igualmente contemporâneos.

Até a Justiça já começa a se preocupar com eles. Recentemente, uma decisão favoreceu uma jovem atendente de telemarketing que teve uma crise nervosa e xingou um cliente. Demitida por justa causa, teve o desligamento revertido ao ser constatado que sofria da síndrome de burnout. Acabou ganhando o direito a uma indenização da empresa.

Profissionais que vivem sob pressão extrema até que se sintam exauridos e incapazes de lidar com a rotina, muitas vezes desenvolvendo comportamentos agressivos e crises de ansiedade são candidatos clássicos ao diagnóstico de burnout (algo como apagado, em tradução livre). Mas essa não é, nem de longe, o único problema do tipo. Por trás deles está, geralmente, uma condição conhecida da maioria: o estresse, que atinge, em diferentes níveis, 70% dos trabalhadores brasileiros, segundo estudo da ISMA-BR, uma organização para pesquisa e prevenção da estafa no Brasil. Só o burnout afetaria 30% da população economicamente ativa do país.

— O estresse em si não é uma doença, mas pode ser o gatilho, e é preciso estar alerta — explicou a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da ISMA-BR.

O truque, segundo Ana Maria, é manter o ritmo. Não aquele imposto pelos fatores externos, mas o do corpo. Enxergar a alimentação saudável, a atividade física, o lazer e o sono de qualidade como prioridades, e não meros coadjuvantes. Isso significa estabelecer objetivos e impor limites, mesmo que, para isso, às vezes seja necessário reduzir expectativas.

Fonte

Texto 3: Gráficos

estresse contemporaneo

Fonte

Texto 4: Estresse no corpo

estresse corpo

Fonte

Texto 5: Charge

Fonte

 

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe uma resposta

*

Seja o primeiro a comentar!