Tema de Redação: Efeitos da cultura de consumo entre os jovens brasileiros

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema ”Efeitos da cultura de consumo entre os jovens brasileiro”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 1: Adolescência: alvo fácil para o consumismo

O valor que os jovens dão ao consumismo e como eles fazem uso de marcas para se autoafirmarem junto à sociedade é preocupante. O celular tal, a calça X, a roupa Y, a maquiagem milagrosa! A oferta de produtos é absurda e dispara o desejo do “sempre quis um desse”, “isso é tudo que eu quero” ou “eu preciso muito disso”.

Os desejos são atendidos, a satisfação é momentânea e o ciclo de falsas necessidades reinicia. Esse assunto é incômodo para alguns, inexistente para outros e necessário para todos nós, pais ou não.

O pesquisador da UFMG Paulo César Pinho Ribeiro alerta sobre essa tendência entre os jovens: “Há um consumo exagerado de tudo: dinheiro, imagem, roupas, perfumes, adornos, grifes, amor, sexo, bens de consumo e substâncias lícitas e ilícitas. O planeta em que vivemos está em crise. De um lado, consumismo exagerado e avanços tecnológicos que nos surpreendem a cada dia; de outro, fome, miséria e desigualdade. Um mundo onde o ter é mais importante do que o ser. Neste mundo consumista, os adolescentes foram escolhidos como o alvo mais fácil dessa escalada sem rumo, sendo hoje chamados de filhos do consumismo”.

Não é fácil educar um filho em um mundo cercado de valores superficiais. Precisamos estar centrados em nossa responsabilidade como pais e não podemos deixar que essa missão  fique comprometida por conta da nossa vida agitada.

O cotidiano cada vez mais exigente entra em choque com o nosso compromisso de educar, assim os dias precisam ser vividos com sabedoria e olhar atento. O importante é ter essa consciência e fazer com que o tempo passado junto aos filhos tenha qualidade, para que eles cresçam bem, com saúde física e emocional.

São aspectos fundamentais dessa relação:

Estabelecer de um diálogo sincero e próximo;
Saber que o nosso exemplo vale mais que muitas palavras;
Entender o que é ser adolescente nos dias de hoje;
Dar carinho e limite na dose certa;
Buscar entender a personalidade do seu filho, o que é importante para ele e como ele compreende o mundo;
Desenvolver a confiança mútua e respeito pelo espaço de ambos;
Ter atenção para não cair na armadilha de funcionar no automático e achar que tudo isso é normal, “moderno”.
Quando as pesquisas apontam que os adolescentes estão muito voltados para o consumismo, precisamos nos perguntar o motivo para tantos desejos materiais. Alguns fatores são conhecidos dos pesquisadores: o uso de marcas e bens eletrônicos para se sentirem parte da turma, uso de determinadas marcas para afirmação social, desejo de ser igual ao outro, carência emocional, consumo de cosméticos por parte das meninas para atenderem ao padrão de beleza ditado pela mídia etc.

O adolescente está na fase de construção de sua identidade e ainda não tem o aparato psíquico desenvolvido o suficiente para lidar com a avalanche de “necessidades impostas” pelo meio em que vive. Ele acredita que isso faz parte da vida e fará o possível para se encaixar nos padrões ditados por uma sociedade consumista e superficial.

Aqui é o ponto importante que eu gostaria de salientar. Sabemos que na adolescência os amigos passam a ter um lugar de destaque na vida dos filhos, nessa fase os valores assimilados em casa serão confrontados com os valores dos amigos. Nessa fase, a presença dos pais é tão importante quanto na infância.

Os ensinamentos sobre o valor da amizade, do respeito e da diversidade humana deverão se tornar mais profundos. É preciso levá-los ao encontro consigo e trazê-los para dentro de si, já que o mundo direciona muito para o externo. Ensinar o equilíbrio entre o ser natural, com suas necessidades de sobrevivência, de busca e do uso da matéria, e o ser espiritual, onde as aspirações são mais profundas e definitivas para sua evolução. O ser natural busca e o espiritual encontra!

É preciso assumir a responsabilidade de educar para que nossos jovens sejam consumidores conscientes e que saibam dar o valor para o essencial da vida. Precisamos estar atentos às necessidades afetivas dos filhos: entendê-las é um caminho para evitar que eles preencham as lacunas emocionais com compras.

Termino esse artigo com um texto do educador Celso Antunes, onde a aprendizagem é uma potente aliada na construção de dias mais leves:

“Da mesma forma como não se conquista o corpo malhado com o qual se sonha sem um programa de atividade marcado por regras de periodicidade e empenho, também não se combate a violência consumista dos nossos filhos sem um envolvimento em projetos onde os pais reservam um tempo para aprender a vencer esse inimigo e, depois, um tempo ainda mais gostoso para brincar e estar com eles. Isso estimula a inteligência e fortalece os afetos”.

O que você acha da discussão em torno do consumismo envolvendo jovens e adolescentes? Tem alguma história bacana para contar? Compartilhe-a conosco no espaço de comentários abaixo. Abraço e até a próxima.

Fonte: https://dinheirama.com/adolescencia-alvo-facil-para-o-consumismo/

 

Texto 2: O jovem é especialmente suscetível aos apelos do consumismo

Prazer, sucesso, felicidade, alívio. Todas essas sensações costumam surgir como consequência da realização de um objetivo ou meta. No entanto, são também esses sentimentos que costumam respaldar o ato de comprar compulsivamente e, portanto, explorados pelo consumismo, modo de vida orientado para uma crescente propensão ao consumo de bens e serviços, em geral, supérfluos.

Autora do livro O prazer das compras – o consumismo no mundo contemporâneo (Ed. Moderna), Maria Helena Pires Martins fala sobre a importância de debater esse tema com os jovens em fase escolar, se valendo de diferentes elementos do cotidiano deles, tais como o acesso a smartphones, moda e funk ostentação.

Na entrevista abaixo, a especialista falou sobre a diferença entre necessidades reais e supérfluas, os reflexos do consumo desenfreado e a relevância de formar cidadãos que sejam consumidores responsáveis.

Carta Educação: Em que contexto histórico a sociedade começou a ganhar ares consumistas?

Maria Helena Martins: O consumo sempre existiu: consumimos alimentos, oxigênio, água, etc. Isso é essencial para a manutenção da vida. O consumismo é um fenômeno econômico e social que apareceu com maior ênfase após os anos 1960. É definido como sendo uma ideologia que encoraja a compra de produtos e serviços em quantidade sempre maior. Para manter esse nível de consumo, a indústria instituiu o que chamamos de “obsolescência programada”, ou seja, a introdução planejada de aperfeiçoamentos nos produtos para que sejam substituídos pelos modelos mais novos. Com isso, o consumidor descarta o produto que já tem, e que ainda funciona para os fins para os quais foi criado, e deseja o produto mais aperfeiçoado. O ciclo do desejo e a vontade de comprar são mantidos ativos dessa forma.

CE: Como a juventude se relaciona com esse contexto? Quais são os principais fatores que levam o jovem a querer comprar cada vez mais?

MHM: O jovem é especialmente suscetível aos apelos do consumismo. As mídias, tanto as mais antigas, como revistas, jornais, televisão, quanto as novas, difundidas pela internet, incluindo as mídias sociais, mostram propagandas de todos os tipos de produtos. Além disso, os blogs apresentam modos de vida considerados “desejáveis” pelos seus desenvolvedores, que ganham para mostrar certos produtos. O aval desses formadores de opinião tornou-se extremamente importante para os jovens que querem projetar uma determinada imagem. Por isso, tanto a moda adotada pelo grupo ao qual deseja pertencer, quanto o grupo em si, são importantes na formação desses valores consumistas.

CE: Também podemos dizer que, hoje, os pais – mais ausentes – tentam recompensar essa falta de tempo compartilhado com itens de consumo?

MHM: Sim, a família deveria ser o primeiro lugar de aprendizado do consumo consciente. É evidente que crianças e mesmo os adolescentes mais jovens não têm o autocontrole suficiente para frustrar seus desejos de consumo. Caberia aos adultos responsáveis da família discutir o que são as necessidades de sobrevivência e o que é supérfluo; propor o reaproveitamento de vários itens e a reciclagem de outros; apontar as consequências do consumismo para a sobrevivência humana no planeta; conversar sobre outros modos de se ter satisfação que não seja o consumo desenfreado. Mas os pais teriam, também, de ser educados dentro dessa perspectiva.

CE: Muitas manifestações culturais como o funk fazem ode à ostentação. Isso é reflexo de uma sociedade que valoriza a posse?

MHM: Não podemos nos esquecer das origens do funk carioca: as favelas do Rio de Janeiro. O funk ostentação, criado em São Paulo por volta de 2008, enfatiza, em suas letras, o consumismo, a conquista de bens materiais e a ambição de sair das favelas e conquistar seus objetivos de riqueza. Para essa parcela da população, em geral invisível, a única maneira de ser é por meio dos bens materiais. As ideias difundidas pelo funk ostentação foram abraçadas pela “nova classe média”, que ascendeu economicamente a partir de 2005 e mudou significativamente seu padrão de consumo.

CE: Em contrapartida, temos uma série de serviços que já apostam em um consumo colaborativo, desde aluguel de roupas até serviços de caronas. Estamos começando a repensar nossa relação com o consumo e o desperdício?

MHM: Sim, estamos começando a pensar nossa relação com o consumo e desperdício, por isso a educação é tão importante: antes de satisfazer todas as nossas vontades, precisamos pensar nas consequências de nossas ações para o futuro do planeta e para as gerações futuras. Hoje, já temos o uso compartilhado de bicicletas. Não tardará a chegar o uso compartilhado de carros, principalmente os elétricos. Precisamos de políticas públicas que enfatizem a necessidade do consumo consciente, do reuso, da transformação de objetos em matéria-prima para outros objetos, do descarte apropriado de pilhas, baterias, aparelhos eletrônicos, lâmpadas fluorescentes, tintas, pneus, óleo, além de políticas que incentivassem o uso de energia solar e eólica não só em indústrias, mas também nas residências, com um desconto do IPTU, por exemplo.

CE: Como o professor pode trabalhar o tema do consumismo em sala de aula? Como educar para termos consumidores responsáveis?

MHM: O trabalho da escola é extremamente importante para a conscientização dos alunos e de suas famílias. Devemos lembrar que as questões éticas envolvem sempre a ação. Por isso, é necessário que toda a escola esteja envolvida no programa de consumo consciente: a economia da água com torneiras que fecham automaticamente; o reuso de água de chuva para a limpeza da escola; o uso de luz de presença que acendem e apagam a partir do movimento; o uso e reuso adequado de papel, de livros e de cadernos; a conservação das salas de aula; o descarte adequado do lixo orgânico e do lixo reciclável; sistema de devolução de uniformes que não servem mais e podem ser reaproveitados por outros alunos menores. Cada escola e professor precisa agir dentro da realidade de sua comunidade e sala de aula. A discussão com os alunos pode levantar muitas maneiras de reaproveitamento de materiais que sejam significativos para eles.

A mudança de hábitos exige a prática cotidiana das ações para que elas se transformem em novos hábitos mais adequados à sociedade contemporânea. Só o conhecimento teórico do que deve ser feito não é eficiente para que a ação se torne realidade. No caso do consumo, principalmente, em que precisamos dizer não para a satisfação de algumas de nossas vontades, temos de estar inspirados por princípios mais altos, como a nossa responsabilidade pelas gerações futuras. Temos de nos perguntar continuamente de que realmente precisamos para ter uma vida boa e digna, e lembrar que nenhum objeto exterior a nós vai nos trazer felicidade e um sentido de autorrealização.

Fonte: http://www.cartaeducacao.com.br/entrevistas/o-jovem-e-especialmente-suscetivel-aos-apelos-do-consumismo/

 

Texto 3: Comportamento de consumo de acordo com a faixa etária

Fonte: http://www.grim.ufc.br/index.php?option=com_content&view=article&id=184:consumismo

 

Willian Afonso

Professor de idiomas, filosofia e redação.

6 thoughts to “Tema de Redação: Efeitos da cultura de consumo entre os jovens brasileiros”

  1. Segundo Augusto Cury: ” vivemos em uma sociedade consumista, numa sociedade de desejos, e não de projetos existenciais. Ninguém planeja ter amigos, ninguém planeja ser tolerante, superar fobias, ter um grande amor”.
    A sociedade em si vive em colapso, os valores empregados pela mídia tem feito a cabeça dos jovens brasileiros que sempre visam sastifazer seu “ego” em um novo lançamento de celular, em uma marca de roupa nova que surgiu e etc.
    O corpo social brasileiro não se preocupa em “SER” e sim em “TER”, sempre acumulando bens materiais enquanto são pobres de espírito e conhecimento. O consumo de massas tem deixado as pessoas egoístas, que querem estar exatamente igual ao padrão que a mídia oferta para se enquadrar aos grupos de consumistas de última inovação. Entretanto o grande consumismo não trás problemas somente o “eu interior”, mas para toda a população, uma vez que o descarte inadequado de aparelhos digitais, roupas, plástico e etc, provoca a poluição do meio ambiente e acelera o processo de efeito estufa. Não obstante, há falta de educação consumista por parte da família e da escola, ou seja, a escola espera que a família educar, enquanto a família está trabalhando para satisfazer os desejos dos filhos, e daí por em diante vão se formando adultos totalmente desistruturado para educar uma próxima geração.
    Por conseguinte, seria louvável que existisse uma “EDUCAÇÃO CONSUMISTA” por parte dos pais e escola, onde fosse enfatizado a valorização do “SER” e não do “TER”, assim os jovens teriam noção do que é necessário e o que não é, certamente as gerações futuras seriam menos consumistas e estruturadas emocionalmente.

  2. Tema: “sistema carcerário brasileiro”
    Rege a constituição federativa brasileira, que todo detento tenha sua integridade física e moral preservada. Contudo, é notório no cotidiano essa lei sendo negligenciada como o caso do massacre de candiru, onde deixou 111 pessoas mortas. Levantando assim dúvidas sobre o objetivo do encerramento no Brasil.
    Primeiramente a prisão tem com o objetivo de ressocializar os indivíduos que ali se encontram. No entanto isso se distorce da realidade do país, quando em 10 anos sua população carcerária duplicou para 607 mil presos segundo dados do ministério da justiça. Levando a considerar a idéia de Thomas Moore na sua obra “utopia”, onde “o governo cria ladrões para depois punilos”
    Segundo, deve-se observar as condições dos presídios onde há super-lotação e falta estrutura para os retidos no local. Seguindo essa linha o filósofo Foucault, em sua obra “histórias das loucuras”, fala como são tratados as pessoas com problemas físicos e mentais pelas autoridades da época, excluídos e marginalizados. Nesse contexto observa-se que essa problemática perpenduro-se até os dias de hoje, com a exclusão dos detentos e deixados em condições péssimas.
    Portanto, para que a lei seja cumprida com maior vigor necessita que o departamento penitenciário (DEPEN), fiscalize os centros penitenciários para que as leis já existentes sejam cumpridas. E o ministério do trabalho introduza cursos técnicos para que profisionalize e introduza os detentos no mercado de trabalho. Para que possamos deixar o pensamento de moore para trás.

  3. Com os avanços tecnológicos no Brasil e em vários outros países,é notável o crescimento do índice da cultura consumista entre os jovens brasileiros nesses últimos anos.Devido a vaidade e ao prazer,a juventude está sempre optando pelas compras ao shopping,buscando sempre uma maneira de destaque visual na sociedade.
    No final do século XX,a fase consumista entre os jovens , começaram a ganhar destaques devido à modernidade inovadora,que trás a eles a vontade de ter todas as coisas materiais,tendo um “poder” maior sobre os outros jovens.Nesse sentido,é importa ressaltar que as mídias tem o papel fundamental para atrair os consumidores a essas coisas materiais,dando maior ênfase à roupas,calçados e principalmente aos smarthfones por ser um aparelho de maior abrangência e inovação na contemporaneidade.
    Visto assim,salienta-se que,todo desejo de compras em exagero tem uma certa influência,e essa influência para o consumo está ligado a tudo o que faz parte do dia a dia deles,que é ler um livro ,assistir um filme ,ou uma série que retrata a própria adolescência.Um exemplo disso são os livros escritos por Luiza Trigo e Klara Castanho,que contam histórias do dia a dia de alguns jovens,sempre detalhando as comprar ao shopping e vaidade entre eles.
    Diante disso,é nítido ver que alguns jovens têm dificuldades em administrar seu dinheiro , porém , há caminhos que trariam a solução para o problema.Por conseguinte ,seria importante enfatizar nas escolas a valorização de uma vida digna,sem precisar ter tudo,e mostrar a eles que o necessário já é o suficiente,assim defendendo o termo “ser” ao invés do termo “ter”.

  4. A revolução industrial foi um marco extremamente importante para o Brasil, sendo responsável pela expansão das indústrias , visando suprir os anseios da sociedade, aumentando a fabricação de bens de consumo. No entanto, apesar dos benefícios oferecidos, o consumismo demasiado tem sido um fator preucupante, principalmente entre os jovens. Dessa forma, a publicidade e o medo da exclusão são fatores que corroboram ao problema.
    Primeiramente, vale ressaltar o poder da publicidade sobre esse público. Visto que, diariamente a mídia divulga inúmeros anúncios e propagandas, seja elas por meio de celulares, computadores, televisão, rádios, jornais ou através dos outdoors e cartazes nas ruas, estimulando o leitor a comprar cada vez mais, e os jovens presas fáceis para esses agentes publicitários. Sendo assim, o aumento do consumo exacerbado não deve ser considerado inofensivo, ao contrário, nos traz consequências irreversíveis.
    Outrossim, seguindo essa análise, destaca-se um fator preucupante: O medo da exclusão. Desse modo, as influências impostas sobre esses indivíduos, induzem-os também a consumir, tendo em vista que, se não seguirem as “modinhas”, são totalmente excluídos de um grupo, ou até mesmo da sociedade, podendo ser motivo de piadas e discriminações. Com essa gravidade dos fatos, é inadmissível que tais obstáculos permaneçam intransponíveis.
    Portanto, medidas são necessárias para diminuir a cultura de consumo no Brasil. Dessa maneira, o governo aliado ao ministério da educação, devem elaborar políticas públicas que contribuam para essa solução, por meio da conscientização do público jovem, através de palestras nas escolas e a distribuição de cartazes orientadores. Espera-se, desse modo, uma sociedade conhecedora, livre da alienação e das algemas do consumo, promovendo um futuro próspero às futuras gerações.

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