Tema: O controle parental no uso da tecnologia

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O controle parental no uso da tecnologia”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 1: Controle do uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?

No episódio “Arkangel”, da popular série Black Mirror, uma mãe superprotetora decide implantar um chip no cérebro de sua filha para controlar, através de um tablet e um aplicativo, tudo que a criança possa ver ou sentir. Este sistema, originalmente pensado como uma aplicação de controle parental, permite à mãe não só ver o que a criança vê, mas também monitorizar as suas emoções e humores e até “filtrar” as imagens que podem prejudicá-la, fazendo com que a garota as veja pixeladas.

Fonte: https://www.welivesecurity.com/br/2018/04/13/controle-do-uso-da-tecnologia-privacidade-das-criancas/

Texto 2: Controle parental: como a tecnologia melhora a proteção online

A máxima de que o universo online é um mundo sem filtro e, portanto, reproduz conteúdo sem filtro, é verdadeira. Somado a isso, temos uma geração de crianças que já nascem completamente inteiradas com o mundo digital, aproveitando de todos os seus benefícios mas também expostas a muitos riscos. Para aumentar a proteção e minimizar as ameaças, o controle parental ou controle dos pais é um bom aliado.

Mas o que isso significa? Quer dizer que é possível utilizar a tecnologia a favor dos pais, para ajudar a preservar as crianças dos riscos da internet. Isso porque, o controle parental pode ser descrito como um conjunto de recursos de segurança disponível em diversos sistemas operacionais, sites e equipamentos, como roteadores e consoles de jogos, e também pode ser instalado por meio de aplicativos pagos ou gratuitos.

Estas ferramentas de segurança são adequadas para bloquear o acesso a alguns conteúdos ou limitar a conexão de dispositivos escolhidos por um determinado período de tempo. E pelos números de uma pesquisa realizada com cerca de 1,8 mil pais no Brasil, o controle parental se mostra bastante necessário.

Pelo estudo, uma em cada cinco crianças brasileiras já acessou na internet algum tipo de material indesejado pelos pais, sendo que duas em cada cinco acessaram conteúdo adulto e uma em cada cinco assistiu algo que promovia violência. Por outro lado, o levantamento apontou para o fato de que apenas um em cada cinco pais possui algum tipo de proteção para evitar o mau-uso da internet pelas crianças.

Fonte: http://blog.intelbras.com.br/controle-parental-como-a-tecnologia-melhora-a-protecao-online/

Texto 3: A participação em suicídio na perspectiva do jogo baleia Azul (Blue Whale)

Conheça o jogo que transformou milhares de jovens ao redor do mundo em vítimas

Por Elder Fogaça

Recentemente um jogo denominado “baleia azul” tem chamado a atenção e deixado o país em estado de alerta justamente por se tratar de um jogo ligado ao suicídio de crianças e adolescentes que dele decidem participar.

Segundo relatos, o jogo teve início na Rússia, aproximadamente no ano de 2015; e que cerca de 130 jovens já teriam cometido suicídio em razão do jogo, cujas orientações partem de uma pessoa denominada de “curador”.

O jogo é composta por 50 etapas, sendo que etapa final culmina com o suicídio do jogador. Dessa forma, o jogo tem início a partir de um grupo virtual e quando o “curador” ou moderador seleciona a vítima da vez (chamada de baleia azul), lhe distribui todos os dias os desafios a serem cumpridos, sempre a partir das 4h20.

Fonte: https://examedaoab.jusbrasil.com.br/artigos/450035306/a-participacao-em-suicidio-na-perspectiva-do-jogo-baleia-azul-blue-whale

Texto 4: Gráfico

Fonte: https://new.safernet.org.br/home4?field_type_value=All&page=6

Texto 5: Filme

Fonte: http://www.casosacasoselivros.com/2018/10/buscando-critica.html

Willian Afonso

Professor de idiomas, filosofia e redação.

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