Aumento do desemprego durante a pandemia em questão no Brasil

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Aumento do desemprego durante a pandemia em questão no Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto 1: Covid-19: Brasil completa 1 ano de pandemia com empresas fechadas e desemprego em alta

O primeiro caso da doença foi confirmado no final de fevereiro de 2020. Dados do IBGE apontam quase 14 milhões de pessoas que ficaram sem emprego.

O Brasil completou 1 ano desde o primeiro caso confirmado de Covid-19. Desde o ano passado, as rotinas habituais foram transformadas e adaptadas a uma nova realidade. A economia sofreu graves consequências, os postos de trabalho foram fechados e o desemprego se agravou. 

Enquanto milhares de brasileiros tiveram que se adaptar ao trabalho remoto, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 14 milhões de pessoas ficaram sem emprego. Setembro de 2020 registrou o maior patamar de desemprego do ano, que ficou em 14,6%.

Para os especialistas, tradicionalmente, os últimos meses do ano registram índices menores de desocupação por conta da alta nos setores de turismo e comércio. No entanto, em 2020, apesar da taxa ter diminuído um pouco em relação ao pico de setembro, o desemprego foi acompanhado da maior crise sanitária enfrentada no mundo nos últimos tempos.

Algumas medidas governamentais foram criadas para contornar a crise econômica.

“O auxílio emergencial ajudou a desacelerar o desemprego no Brasil, que poderia ser muito mais alto, mas ele veio ali, digamos, com esta ideia de minimizar, através da renda, alguns efeitos adversos da crise”, diz Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da FGV.

Mercados e farmácias, considerados serviços essenciais, conseguiram manter as contratações. E segundo a Associação Paulista de Supermercados, o setor abriu cerca de 80 mil vagas no país ao longo do ano passado, sendo 20 mil só em dezembro, o que representa o maior número da década.

No entanto, de acordo com o IBGE, das vinte maiores altas nos preços, 19 são de alimentos. O óleo de soja, segundo o IPCA (Índice de Preços no Consumidor Amplo) subiu mais de 100%. Alimentos da cesta básica, como arroz e feijão, também sofreram com o crescimento que acompanha a alta da cotação do dólar. 

Segundo o especialista, há sim uma expectativa de retomada, mas tudo depende da vacinação contra a Covid-19 e do controle do número de infectados, que no Brasil, continua extremo.

“Existe uma expectativa melhor, em termos de resultados, em termos de crescimento econômico, mas isso vai depender muito de como a gente vai sair dessa crise sanitária e avançar no combate da Covid-19 no Brasil”, afirmou.

Fonte: Com informações da CNN

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Texto 2: Desemprego na pandemia atinge setores sociais mais vulneráveis
 

Quem paga a conta do desemprego na pandemia

Já entre os jovens, segundo o Geace, pelo menos um em cada seis deixou de trabalhar desde o início da pandemia. Com base em dados da Pnad, metade dos potenciais trabalhadores de 18 a 24 anos estavam ocupados no início de 2020, índice que recuou, entre abril e junho, para 42,2%. 

A população acima dos 50 anos, por sua vez, encontra maiores dificuldades de recolocação no mercado de trabalho. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), levantados pelo boletim, revela que as admissões ficaram em torno de 20% menores do que no período entre 2012 e 2019, enquanto os desligamentos entre os mais velhos ficaram superiores à média nacional. No quesito raça, a população negra é atingida. Entre os que se declaram pretos, de cinco pessoas, uma está desempregada. 

“Temos historicamente um elemento de maior vulnerabilidade nesses setores, não é uma surpresa. Mas nesse período da pandemia o que vemos é que houve uma desestruturação generalizada que acabou impactando setores historicamente mais propensos a sofrer esses abalos”, explica a economista Iriana Cadó, uma das pesquisadoras do Geace, em entrevista a Glauco Faria, no Jornal Brasil Atual.

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Texto 3: Gráfico

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Texto 4: Charge

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